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TRS: Terapia Renal Substitutiva

(Parte 1)

Doença Renal Crônica

A doença renal é silenciosa, começa muito antes da falência total e crônica dos rins. Alguns sinais e sintomas clínicos, tais como: cansaço, redução de apetite, edema e alterações da pressão arterial, podem sinalizar uma perda progressiva da função renal.

Na presença destes sinais, a busca por auxílio médico é fundamental, já que se estas manifestações forem diagnosticadas precocemente, elas podem retardar e/ou garantir o ingresso mais saudável na Terapia Renal Substitutiva (TRS).

A Terapia Renal Substitutiva é o tratamento que exerce as funções dos rins que, quando doentes, não conseguem mais executar

A Função dos Rins

TRSOs rins são órgãos em número de 2, na forma de grão de feijão, localizados  na região lombar, em ambos os lados da coluna vertebral, logo acima da  linha da cintura.
Os rins saudáveis atuam como uma equipe de limpeza do sangue durante as 24 horas do dia, exercendo diversas  funções, principalmente:

  1. Filtrar as substâncias tóxicas retidas no organismo.
  2. Eliminar o excesso de água, através da urina.
Além  de metabolizar e eliminar os líquidos e alimentos ingeridos pelo  organismo, os rins possuem funções complexas e indispensáveis para  manter o funcionamento saudável do corpo.

Quando os Rins Falham, quais são as Opções de Tratamento?

TRSA  perda da função renal, não deve em hipótese alguma, ser vista como um  problema intransponível ou confundida com uma situação terminal de vida  porque uma vez diagnosticada, pode-se optar por vários tratamentos tais  como:

  1. Transplante Renal   
    1. Doador vivo   
    2. Cadáver
  2. Diálise Peritoneal:   
    1. DPAC - Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua
    2. DPA - Diálise Peritoneal Automatizada
  3. Hemodiálise

Converse com seu médico nefrologista e procure mais informações sobre as opções de Terapia Renal Substitutiva. Escolha junto com seus familiares e a equipe clínica, a melhor alternativa de tratamento para manter   sua qualidade de vida.

Conforme  legislação vigente (RDC/ANVISA/Ministério da Saúde – nº 154/2004,  republicada em 31/05/2006), é um direito do paciente ser informado  sobre as diferentes alternativas de tratamento e seus benefícios,  garantindo-lhe a livre escolha do método, respeitando as  contra-indicações.

Fatores que Influenciam na Escolha da Terapia Renal Substitutiva

Antes de tudo você deve saber que a decisão da TRS, pode ser mudada durante o período de tratamento. É possível uma integração entre as modalidades  terapêuticas, por exemplo, optar por iniciar seu tratamento com a Diálise Peritoneal Ambulatorial Contínua - DPAC e depois de um período mudar para Hemodiálise ou realizar o transplante renal.

Independente disso, é importante que você e seus familiares conheçam os benefícios e  as limitações de cada método dialítico, a fim de escolher o que seja  mais adequado ao seu estilo de vida.

Discuta com sua família e com a equipe clínica renal, a respeito dos fatores abaixo relacionados:
  • Você tem mais alguma doença associada à doença renal crônica? (como diabetes ou   problemas cardíacos)
  • Qual a importância em manter sua autonomia física (de deslocamento), independência profissional e sua liberdade social?
  • Qual o compromisso diário ou semanal com seu tratamento?
  • Quais os cuidados exigidos pelo método?
  • Conta com o apoio da família para realizar seu tratamento?
  • Você pode se cuidar, manter a dieta e deslocar-se até o centro de diálise? 
  • O Centro de Diálise fica a que distância de sua casa? 
  • Deseja manter seus estilo de vida e sua independência? (trabalho, lazer, atividades escolares etc.)
  • Se costuma viajar, dispõe de centros de diálise nos lugares para os quais costuma ou gostaria de ir?

Quais são as Alternativas de Tratamento?

1. Transplante Renal

É o tratamento mais natural de substituição para os rins frente à doença  renal crônica , e que pode trazer de volta a qualidade e estilo de vida  anterior à manifestação da doença. Exige, entretanto, uma série de  exames e supervisão clínica, para determinar compatibilidade entre  doador e receptor e minimizar as chances de rejeição do seu organismo  ao novo rim transplantado.

Como funciona: Através de intervenção cirúrgica, um novo rim é inserido e de forma  geral não é necessário à remoção dos rins doentes. A indicação é feita  pelo médico nefrologista e apesar de todos os pacientes serem  candidatos, existem situações clínicas específicas que podem limitar a  realização do transplante. O SUS – Sistema Único de Saúde – viabiliza  os transplantes de órgãos no Brasil.

O rim a ser transplantado pode vir de:

  • Doador Vivo: quando o rim é doado por membros da família.
  • Doador Cadáver: quando o rim é doado por familiares de uma pessoa falecida que, após ser submetido a uma série de análises clínicas e laboratoriais é considerado compatível com o organismo do paciente que irá receber o órgão.

2. Diálise Peritoneal é o tratamento que consiste em remover toxinas e água retidas no organismo.

Esse método oferece duas alternativas de procedimento: a manual e a automatizada. Ambas são   custeadas pelo SUS - Sistema Único de Saúde.

*Diálise Peritoneal:  é um tratamento dialítico contínuo realizado em sua residência através  do filtro natural existente no nosso corpo chamado peritônio”.      


3. Hemodiálise:  é um tratamento dialítico intermitente realizado no hospital ou em  clínicas com auxílio de uma máquina hemodialisadora e de um filtro  artificial, chamado de dialisador.



Continue lendo este artigo na parte 2  no link abaixo.
Página publicada em: 16/07/2009

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