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Transplante Renal

É o tratamento mais natural de substituição para os rins frente à doença renal crônica e que pode trazer de volta a qualidade e estilo de vida anterior à manifestação da doença. Exige, entretanto, uma série de exames e supervisão clínica para determinar a compatibilidade entre doador e receptor e minimizar as chances de rejeição do seu organismo ao novo rim transplantado.

Como funciona: Através de intervenção cirúrgica, um novo rim é inserido e de forma geral não é necessária a remoção dos rins doentes. A indicação é feita pelo médico nefrologista e, apesar de todos os pacientes serem candidatos, existem situações clínicas específicas que podem limitar a realização do transplante.

O rim a ser transplantado pode vir de:

  • Doador Vivo: os resultados são melhores com este tipo de doador. Quando possível permite Transplante Preemptivo, que é o transplante renal que ocorre antes do início da diálise.

Doação de rim entre parentes é permitida pela legislação brasileira até o quarto grau de parentesco e entre cônjuges, desde que o doador seja maior de idade, tenha grupo sanguíneo compatível e testes de compatibilidade imunológica adequados.

  • Doador Falecido: Realizado com órgãos doados pelos familiares de pacientes que estão com quadro de morte encefálica. Estes órgãos são alocados pela Central de Transplantes para receptores compatíveis que estão na lista de espera. Nesse caso se enfatiza a necessidade de autorização familiar para o processo de doação de órgãos para transplante.

Lista de Espera para Transplante Renal com doador falecido:

No prazo de noventa dias após o início do tratamento dialítico, as unidades de diálise devem obrigatoriamente apresentar ao paciente apto, ou ao seu representante legal, a opção de inscrição em uma equipe de transplante renal.

Pacientes avaliados e inscritos em lista de espera para transplante com doador falecido podem ser chamados a qualquer momento, por isso é muito importante:

  • Passar em avaliação com a equipe do Grupo Única pré-transplante a cada seis meses para manter seus exames atualizados.
  • Manter o soro atualizado na Central de Transplante. O soro é renovado a cada noventa dias.
  • Em caso de transfusão de sangue na diálise ou quando internados, avisar imediatamente a equipe do Grupo Única e enviar soro novo, para central de transplante, após quinze dias da data da transfusão.
  • Manter o telefone atualizado para que sejam localizados com facilidade.

O período de espera é variável e depende da oportunidade de surgir um doador que seja compatível com o receptor e aceito pela equipe de transplante.

O Grupo Única realizou entre os anos de 2001 e 2018 mais de 500 transplantes renais com doadores vivos e doadores falecidos, tanto pelo SUS quanto pelos demais convênios médicos, no Hospital Leforte Liberdade. Foram realizados ainda mais de 20 transplantes combinados pâncreas-rim. Atualmente estão em acompanhamento  pelo Grupo Única mais de 400 pacientes transplantados e aproximadamente 300 pacientes em fila de espera para transplante renal com doador falecido.



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